Escolher o papel ideal garante boa impressão e resultado desejado
Pode parecer detalhe.
Mas não é.
O papel certo pode valorizar seu material.
O papel errado pode estragar toda a impressão.
Muita gente capricha no layout, escolhe cores bonitas e investe em design… entretanto, esquece de uma etapa fundamental: a escolha do papel.
Consequentemente, o resultado final não fica como esperado.
Além disso, cada tipo de mídia exige uma estrutura diferente. Afinal, um panfleto não precisa da mesma rigidez de um cartão de visita, por exemplo.
Por isso, entender o papel ideal faz toda a diferença no acabamento — e na percepção de qualidade da sua marca.
Por que o papel couchê é o mais usado?
Quando falamos em materiais promocionais, o papel couchê é praticamente o padrão do mercado.
Isso acontece porque ele oferece:
- superfície lisa
- ótima definição de cores
- mais brilho ou acabamento fosco
- excelente reprodução de imagens
- aspecto mais profissional
Além disso, recebe muito bem a tinta, seja na impressão digital ou offset. Consequentemente, fotos e detalhes ficam mais nítidos.
Por esse motivo, flyers, folders, catálogos e cartões costumam ser produzidos nesse tipo de papel.
Em resumo: quer qualidade visual? O couchê quase sempre resolve.
O que é gramatura (e por que ela importa)?
Outro ponto essencial é a gramatura.
Basicamente, ela indica o peso do papel em gramas por metro quadrado (g/m²). Entretanto, na prática, significa algo bem simples: quanto maior a gramatura, mais grosso e rígido o papel.
Portanto:
👉 baixa gramatura = mais fino e flexível
👉 alta gramatura = mais firme e resistente
Escolher errado pode causar problemas como:
- transparência no verso
- papel mole demais
- aparência frágil
- amassados com facilidade
Consequentemente, o material perde valor.
Qual gramatura usar em cada material?
Agora vamos ao que interessa: aplicação prática.
📄 Panfletos e flyers simples
Para materiais leves, distribuídos em grande quantidade, o ideal é algo mais econômico.
Recomendação:
- couchê 90g/m² (somente frente)
Entretanto, se houver impressão frente e verso, vale subir a gramatura.
Melhor opção:
- 115g/m² a 150g/m²
Dessa forma, evita-se a transferência de tinta de um lado para o outro.
📘 Catálogos e folhetos
Como esses materiais possuem mais páginas e são manuseados com frequência, precisam de maior resistência.
Recomendação:
- miolo: 115g/m² a 150g/m²
- capa: 170g/m² ou superior
Assim, o catálogo fica mais firme e durável.
📂 Folders com dobras
Aqui a rigidez é indispensável.
Afinal, o papel precisa sustentar as dobras sem rasgar ou deformar.
Recomendação:
- 170g/m² a 250g/m²
Consequentemente, o material ganha estrutura e aparência mais sofisticada.
💼 Cartão de visita
Esse é o clássico que não pode parecer frágil.
Cartão mole passa impressão ruim na hora.
Recomendação:
- 250g/m² a 300g/m² ou mais
Além disso, você pode agregar valor com laminação fosca, verniz UV ou soft touch.
Resultado: mais durabilidade e muito mais presença.
Papel também comunica posicionamento
Pouca gente percebe isso, mas o papel também fala sobre a sua marca.
Material fino demais transmite economia.
Material mais encorpado transmite qualidade.
Portanto, o cliente sente a diferença antes mesmo de ler o conteúdo.
E, no marketing, percepção é tudo.
Conclusão
Não adianta investir só na arte.
Se o papel não for adequado, o resultado cai.
Por isso, escolher o papel ideal para impressão garante:
- melhor acabamento
- mais resistência
- cores mais vivas
- maior valorização da sua marca
Se ainda estiver em dúvida, o melhor caminho é contar com orientação profissional.
A ABC Gráfica Digital ajuda você a definir gramatura, tipo de papel e acabamento para cada projeto, sempre buscando o melhor custo-benefício.
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