Brasil x Japão: qual a importância do cartão de visita nesses países?

Brasil 🇧🇷 x Japão 🇯🇵: você sabe a importância do cartão de visita nesses países?

Imagine a cena.

Você encontra um possível parceiro de negócios, a conversa rende, surgem oportunidades…
e, no momento de trocar contatos, percebe que está sem cartão de visita.

Constrangedor, né?

Embora muita gente ache que o cartão perdeu espaço para o digital, a realidade é outra. Esse pequeno pedaço de papel continua sendo uma das formas mais rápidas e profissionais de se apresentar.

Além disso, em alguns países, ele vai muito além do contato. Representa respeito, postura e até hierarquia social.

O maior exemplo disso está no Japão.


A importância do cartão no Brasil

No Brasil, o cartão de visita é uma ferramenta prática e indispensável no dia a dia profissional.

Durante reuniões, eventos, feiras ou encontros casuais, ele funciona como um lembrete físico da sua marca. Consequentemente, o cliente guarda suas informações com facilidade.

Mesmo com WhatsApp, redes sociais e QR Code, o cartão continua mais imediato.

Basta entregar.

Sem depender de internet, bateria ou tempo para digitar dados.

Além disso, o acabamento do material influencia diretamente na percepção do seu negócio. Um cartão bem produzido transmite organização e credibilidade. Já um modelo simples demais pode passar amadorismo.

Em outras palavras: a primeira impressão começa no papel.


No Japão, o cartão é parte da etiqueta cultural

Se no Brasil ele já é importante, no Japão o cartão é praticamente obrigatório.

Por lá, o chamado meishi é considerado uma extensão da própria pessoa. Ou seja, não se trata apenas de trocar contato, mas de demonstrar educação e respeito.

Por esse motivo, existe até um ritual específico para a entrega.

O cartão deve ser oferecido com as duas mãos, sempre voltado para quem recebe. Ao mesmo tempo, uma leve inclinação do corpo demonstra cortesia.

Quem recebe também precisa seguir o protocolo: observar o cartão com atenção, agradecer formalmente e guardá-lo com cuidado.

Colocar no bolso de qualquer jeito ou largar sobre a mesa é visto como falta de consideração.

Percebe o peso cultural?

Para os japoneses, a forma de entregar o cartão já comunica quem você é como profissional.


O design também acompanha a cultura

As diferenças não param na etiqueta.

Enquanto no Brasil muitos profissionais apostam em cores fortes, verniz, texturas e acabamentos criativos, o padrão japonês é mais sóbrio.

Normalmente, os cartões são:

  • brancos
  • minimalistas
  • tipografia simples
  • layout limpo
  • informações objetivas

A intenção é transmitir clareza, formalidade e seriedade.

Dessa forma, o visual nunca deve competir com a mensagem.


O que isso ensina para o seu negócio?

Independentemente do país, uma coisa é certa: o cartão de visita ainda abre portas.

Ele facilita o networking, reforça sua marca e mantém seu contato sempre acessível. Além disso, o custo é baixo quando comparado ao retorno que pode gerar.

Consequentemente, é um dos materiais gráficos com melhor custo-benefício que existem.

Muitas oportunidades surgem em encontros rápidos. Portanto, estar preparado faz toda a diferença.


Conclusão

Tecnologia evolui.
Redes sociais crescem.
Entretanto, o cartão físico continua sendo sinônimo de profissionalismo.

Seja no Brasil ou no Japão, ele comunica seriedade antes mesmo da primeira ligação acontecer.

Por isso, sair para uma reunião sem cartão é correr o risco de perder negócios simples.

A ABC Gráfica Digital produz cartões de visita personalizados com diferentes papéis e acabamentos, desde opções econômicas até versões premium com laminação, verniz UV e soft touch.

Antes do próximo networking, garanta o seu. Porque oportunidade boa aparece sem avisar.

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